Cada toque asqueroso, cada riso
Cada maldade implícita, cada maldade cega.
Cegos todos que viram,
Cegos todos que não quiseram ver.
Cínicos que a deixaram, que a ignoraram,
Aqueles que a deixaram corromper.
Cada traço gravado,
Cada amor recusado,
Todo pensamento, atormentado.
Choro silencioso em lágrimas jamais perdidas,
Seria esse o beco sem saída?
Corrompida a alma
Corrompido o corpo
Perdida a fala.
Peduraria isto durante toda a vida?
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